Dicas que Amamos: Desfiando 1kg de peito de frango em 30 segundos!

Outro dia fui fazer uma receita de escondidinho de frango, mas só de pensar em ficar longamente desfiando o peito de frango já tinha desanimado. Daí resolvi pesquisar na internet se existia uma forma mais prática.

Foi quando descobri essa técnica que de início me deixou desconfiada, mas que REALMENTE dá certo e é impressionante!

peito de frango pré peito de frango pós

  1. Frite numa panela de pressão os temperos de seu gosto (p.ex. alho, cebola) e acrescente 1kg de peito de frango (já limpo, sem osso, sem pele).
  2. Acrescente água fervendo até cobrir os pedaços de frango, adicione sal e outros temperos a gosto (colorau, extrato de tomate, ervas finas, etc).
  3. Feche a panela e deixe cozinhar na pressão por 30 minutos.
  4. Após perder a pressão, abra a panela e escorra o caldo – guarde para fazer outras receitas (como sopas ou risotos).
  5. Com o frango ainda quente, tire da tampa o peso que faz “tchuco tchuco’, feche a panela, envolva o cabo e o pegador do outro lado com um pano de prato, passando por cima da tampa.
  6. Sacuda energicamente ‘feito um/a louca/o’ a panela durante 30 segundos, usando as duas mãos.
  7. Abra a panela e fique PASSADO/A com o resultado!!! Tudo desfiadinho!!!

Uhuuu!!!

Sugiro fazer logo 1kg de peito de frango para congelar o que não utilizar de imediato. É sempre bom ter congelado para qualquer emergência. Serve para fazer escondidinho, wraps, panquecas, acrescer em sopas, rechear lanches, etc.

beijos,

Christy

Dicas que Amamos – Arroz queimado, o que fazer?

arroz queimado

Quando meu arroz queimava e aquele cheiro horrível já tinha contaminado toda a panela – e inevitavelmente deixado o arroz com um gosto horrível – não via alternativa senão jogar tudo fora… uma tristeza!

Eis que comentando isso no salão onde faço as unhas descubro que existem vários truques para salvar o arroz – que funcionam pra valer!

Seguem ‘dicas que amamos’:

Água: Coloque água gelada no fundo da pia e insira a panela – deve ter água suficiente para cobrir apenas o fundo da panela. Deixe ali por 5 minutos.

Cebola, maçã ou pão: Corte uma cebola ou uma maçã ou meio pão francês (pode ser amanhecido) ao meio. Com uma colher abra espaço no meio da panela e coloque a cebola, maçã ou pão por 5 minutos (panela fechada).

Mármore: Esparrame um punhado do próprio arroz em cima de um mármore ou granito (pia, mesa) e ponha a panela com o arroz queimado em cima desse outro arroz. Deixe ali por 5 minutos.

Em todos os casos, passados 5 minutos, é só tirar o arroz de dentro da panela sem pegar o fundo queimado e transferir para outro recipiente. Parece mágica! ;)

Beijos,

Christy

Mascavo – um gatinho para adoção

Olá!

Quem me conhece sabe que sou apaixonada por gatos. Mas tudo na vida tem limite. Trabalho muito (e amo trabalhar), tenho um marido que é de Campinas, então tentamos estar lá aos finais de semana, viajo bastante tanto a trabalho quanto a passeio – porque também amo viajar, e já tenho 3 gatos ‘oficiais’: a Mingau Regina, uma siamesa osso duro de roer que fará 14 anos em dezembro; a Mia Maria, uma frajolinha de 4 anos, meiga, sociável, ronronenta e tudo mais de bom; e o Biscuit, um sialata de 1 ano e meio que é meio assustadinho mas super doce e brincalhão.

Bom, eis que há uns dez dias atrás surge um gatinho miando horrores na garagem da vizinha. O chamei da rua e ele veio rapidinho pro meu colo, ronronento e carente. Achávamos que ele estava perdido mas depois descobrimos que algum infeliz e criminoso (abandono de animais É CRIME) o abandonou nas imediações, porque encontramos uma caixa furada e com ração dentro.

O tal gatinho estava meeega pulguento, com as almofadinhas das patas com queimaduras já cicatrizadas (provavelmente de dias com asfalto quente) e não castrado. É um siamês que a dentição indica ter cerca de 7 meses de idade.

Ele é muito doce e ronronento, adora carinho, brincadeira, atenção e se dá bem com outros gatinhos (às vezes os outros gatinhos é que resistem um pouco ao charme dele… rsrsrs… acontece!)

Brown Sugar 2

Providenciamos teste de Aids felina e Leucemia felina (deram negativo), despulgamos, vermifugamos, vacinamos e também providenciamos a castração.

Agora estamos em busca de um adotante. Alguém quer dar um lar de amor para esse pequeno, que apesar de já ter sofrido tanto em tão pouco tempo de vida, é um docinho?

Estamos em São Paulo capital e levamos até o adotante aqui em SP ou cidades próximas como o Grande ABC (adoção responsável: para apartamentos ou casas com telas e sem acesso à rua).

Entre em contato comigo!

um beijo,

Christy

Dicas que Amamos – Como Organizar Lenços, Cachecóis e Echarpes

Olá Mulherada!!!

Inverno chegando e é hora de usar cachecóis e echarpes. Confesso que até mesmo os lenços deixo meio ‘esquecidos’ durante as estações mais quentes, seja pela correria, seja por me incomodar aquela coisa quente no pescoço em pleno calor. Enfim… Abri a caixa dos lenços e na verdade ela quase explodiu na minha cara!  Gzuis, como organizar essa bagunça? Como deixar lenços, echarpes e cachecóis de modo que na correria eu saiba quantos tenho, quais cores, texturas e tamanhos tenho para fazer alguma combinação???

Bom, pesquisei bastante… Uma das opções é deixar numa caixa mesmo, que por falta de espaço acaba sendo um recurso. Mas vale lembrar que tudo fica ‘socado’ e ‘soterrado’, quando acabamos usando sempre as mesmas peças preferidas, que ficam por cima. As debaixo acabam esquecidas e preteridas.

MASSS: Mesmo que opte pela caixa, o caminho inicial é fazer uma limpeza: veja os itens que têm sua cara e os que não têm, e não guarde as peças não for usar. Doe. Doe para amigas, irmãs, doe para instituições de caridade, empregadas da casa, enfim, não ocupe seu armário, seu espaço e sua energia com itens que não tem utilidade pra você. Vamos abrir espaço para o novo! ;)

Feita a limpeza, vamos lá. Como organizar? Depois da tal pesquisa concluí que os meios mais efetivos são: cabides tipo calceiros para cachecóis e echarpes volumosos e uma ‘sapateira’ de fixar atrás da porta para lenços menos volumosos.

Antes disso comprei cabides com ganchos, com furos, com argolas, enfim, uma variedade grande de opções que encontramos na internet. As que melhor que se encaixaram na minha opinião, por espaço e tentativa e erro, foram as acima.

Como sou exagerada e ‘siricutiquenta’, como meu marido me define bem, logo comprei 2 sapateiras MARA para colocar echarpes (no site ELO7, super recomendo) – fixei a minha atrás da porta com dois preguinhos básicos e ela ficou muuuito bem, por ser totalmente transparente.

Porta Lenços_Calceiro

Porta Lenços_Atras Porta

Então doarei para uma interessada: se tiver interesse na sapateira – que virou porta lenços – manifeste-se aqui no blog ou na página do blog do Facebook. Havendo mais de uma pessoa interessada, farei um sorteio e enviarei via correio (ou combinarmos um café)!

Um beijo!

Christy

 

Dicas que Amamos: COLETOR MENSTRUAL – Oi?!

Hoje vim compartilhar uma experiência muito bacana e diferente. Fiquei duvidosa em falar do assunto no Blog, já que se trata de algo tão íntimo. Mas o benefício que encontrei no que vou expor foi tão (tão) grande que decidi escrever sim.

Há aproximadamente um mês ouvi falar pela primeira vez do ‘coletor menstrual’, um copinho de silicone que é inserido no canal vaginal e coleta a menstruação, eliminando a necessidade do uso de modes, que tem tantos lados negativos: i) levam mais de um século (literalmente) para serem decompostos na natureza; ii) causam assaduras e alergias em muitas mulheres; iii) deixam uma verdadeira “lambança” nos países baixos; iv) deixam a menstruação com um cheiro forte e desagradável em razão do contato com o ar – e os absorventes internos apresentam praticamente os mesmos problemas. O coletor menstrual tem durabilidade prometida de 2 a 3 anos e custa entre 60 e 90 reais.

No mesmo dia encomendei o meu coletor menstrual e +1, já pensando em doar para alguém que queira viver também essa experiência. A opção que escolhi foi compra pela internet da INCICLO modelo A (para mulheres com mais de 30 anos e/ou que tenham tido filhos), pois chegava mais rápido à minha casa.

Não vou entrar nos detalhes de como colocar, tirar, higienizar e tudo mais, pois há muita informação na internet, além de grupos no Facebook (participo do grupo “Coletores Brasil – menstrual cups”). Vou falar das dificuldades que imaginava e do REAL benefício.

Menstruei fora do Brasil e estava com o meu coletor menstrual na mala. Eu imaginava que seria difícil achar como encaixar o tal coletor de forma correta pra não ocorrer vazamentos. Li o ‘manual’ e testei antes de ir viajar: não foi difícil, exigiu uns 3 minutos de ‘põe, tira, põe de novo, aperta, empurra, gira’ até achar o jeito certo. Depois de um tempinho com ele cortei a haste, já que ela me incomodava – li que varia de mulher para mulher. A haste em princípio ajuda da retirada do coletor, similar ao fiozinho do absorvente interno, mas sem ela não tive nenhum problema.

Chegando o dia ‘d’ logo fui colocar o coletor. Levei uns 5 minutos nesse processo – paciência é requerida! Confesso que mesmo após colocar da forma descrita pelo manual e também que vi anteriormente na internet fiquei um pouco insegura, imaginando que poderia vazar e tal.

Além disso, fiquei SIM sentindo o coletor dentro de mim: não foi como li em alguns depoimentos que ‘não sinto nada’, ‘dou pulos e cambalhotas de felicidade’ e coisas do tipo. Fiquei tensa. Mas eu havia me proposto usar pra valer: nem levei modes na viagem, somente protetor de calcinha tipo carefree. Vamos então pra rua! Levei minha garrafinha de água, já que teria que esvaziar o coletor ao menos 1 x durante o dia e num banheiro público, pois estava passeando – o manual fala para ficar com ele por no máximo de 8 a 12 horas sem esvaziar, dependendo da intensidade do seu fluxo menstrual.

Imaginava que no processo de esvaziar o coletor uma ‘lambança’ ocorreria, mas pra minha surpresa isso não acontece! Como o coletor é grandinho e flexível (confesso que assustei quando abri a embalagem pela primeira vez – seguem fotinhos) quando inserido corretamente na vagina ele abre e suas bordas ficam ‘fixadas’ no canal vaginal, mantendo a menstruação dentro dele. Ainda que você deite, fique de ponta cabeça, etc., o fluxo vai ficar na cavidade e no copinho, não vai descer pelo canal vaginal. Então na hora que você tira o coletor, está tudo lá e a vagina está limpa, não faz sujeira! O tempo de esvaziar, lavar o copinho e o colocar de volta é pequeno, daí não há fluxo para sujar tudo: o processo é muito limpo e sem maus odores, fiquei encantada!

Coletor-menstrual 4

Como podemos ficar de 8 a 12 horas sem esvaziar o coletor, poderia ter feito isso somente 1 vez durante o período que estava na rua, mas no primeiro dia a insegurança não permitiu, de 3 em 3 horas eu acabava dando uma ‘verificada’. Somente uma das vezes o recoloquei e ele não abriu como deveria – daí quando fui verificar estava com um vazamento pequeno, bastou uma ‘correção’ na rota e tudo bem novamente.

Nos demais dias, já mais confiante, esvaziei somente a cada 8 horas. Algumas vezes é mais dificinho recolocar, dá um pouco mais de trabalho e exige certa paciência, verdade seja dita.

Como disse, nos dois primeiros dias fiquei incomodada, sentindo algo estranho mas insisti – e fico feliz com isso, pois depois foi tudo ótimo. O último dia foi uma bênção, sem aquele tracinho de sujeirinha que fica por dias nos lembrando da menstruação: como tudo fica no copinho, a vagina fica limpinha e esse tracinho não acontece!

Ou seja, verdadeiramente RECOMENDO o coletor menstrual! É uma experiência que requer insistência, paciência e despir-se de preconceitos – mas vale MUITO a pena! Virei 100% adepta!

Como comprei 2 coletores, gostaria de doar um para quem quiser experimentar essa possibilidade. Havendo mais de uma mulher interessada, farei um sorteio (notem que o modelo é indicado para mulheres com mais de 30 anos e/ou que tenham tido filhos). Enviarei por correio para quem ganhar! Manifeste seu interesse na página SEM RETOQUES do Facebook:

https://pt-br.facebook.com/SemRetoques

Um beijo!

Christy

 

Receitas Simples e Gostosas – Sem Glúten?

Olá!

Semana passada tive o prazer de conhecer a PAULA MARTINS, autora do Blog VIVER SEM TRIGO.

Por recomendação da minha nutricionista eu já estava tentando “viver sem trigo” há alguns meses, mas sem muito sucesso. Achava difícil demais ficar sem pão, macarrão, empanados e tudo mais que leva farinha – e glúten, claro.

Mas a Paula Martins mostrou que é menos complicado do que parece fazer umas receitinhas em casa. Basta ter os ingredientes certos e alguém que já tenha testado as receitas (no caso, ela), já que não dá pra ficar ‘testando’ receitas ou desperdiçando ingredientes.

A palestra dela que assisti foi a convite da empresa onde trabalho e foi muito boa. Fiquei fascinada com a energia positiva da Paula Martins, contagiou todo o auditório –  e a simplicidade com que ela explica as receitas anima! Super recomendo seguirem o Blog dela: http://viversemtrigo.blogspot.com.br

Há receitas mega simples como os pães de frigideira, bolo de milho e outras obviamente mais trabalhosas como uma torta rústica de frango – vale à pena, ficam muito boas, já testei algumas (fotinho abaixo – bolo e torta).

bolo de milho e torta rústica de frango

Agora estou mais firme no propósito de ficar sem glúten: #ficaadica #viversemtrigo ;)

Seguem os links para as receitas que já fiz e ficaram ótimas:

http://viversemtrigo.blogspot.com.br/2015/03/panini-de-frigideira.html

http://viversemtrigo.blogspot.com.br/2015/03/tostex-de-frigideira.html

http://viversemtrigo.blogspot.com.br/2015/01/bolo-de-milho.html

http://viversemtrigo.blogspot.com.br/2015/02/torta-rustica-de-frango.html?q=frango

beijos e ótimo finde!

Christy

Esteriótipos sobre Homens e Mulheres

Ontem no Blog do Estadão foi publicada uma matéria muito boa, de autoria do RENATO ESSENFELDER, sobre a “mulher que é independente – e acha que está ‘avulsa’ pois os homens não foram criados para aceitarem mulheres assim”.  

Recomendo a leitura e a reflexão!!! (segue link abaixo)

mulher indep

A culpa não é das estrelas: estereótipos sobre homens e mulheres

RENATO ESSENFELDER – Segunda-Feira 23/06/14

Dizer que a mulher de hoje é criada para ser independente, e que homens não gostam de mulheres independentes, é um erro. Homens e mulheres são muito diversificados, e seus desejos, muito mais complexos.

O mais fascinante das pessoas é que elas não cabem em caixinhas. Não se deixam definir. Na vida real ninguém é plano como um vilão de novela ruim. Quem é vivo, surpreende. Sempre.

Quando se fala, portanto, que “a mulher de antigamente era criada para ser dona de casa” e “a mulher de hoje é criada para ser uma executiva e conquistar o mundo”, pode celebrar essa conquista histórica. Mas, no fundo, está trocando uma etiqueta por outra. É preciso haver mais.

A mulher que lamenta não conhecer homem que queira “uma mulher independente” como companheira precisa rever conceitos. Enxergar conteúdos por baixo de rótulos. O conteúdo sempre é mais complexo – e indefinível.

Os homens – como as mulheres – são muito diversificados. Já mencionei mais de uma vez por aqui que não gosto de futebol, não me encanto por carros, sou um desastre em trabalhos manuais, a ponto de chamar um “marido de aluguel” para parafusar quadros nas paredes. Nada disso, é óbvio, me faz menos homem.

Já tive namoradas de todos os tipos. Algumas eram mais delicadas, outras, menos. Algumas eram mais vaidosas, outras, menos. Algumas sabiam manejar prego, martelo e furadeira, outras, não. Algumas adoravam cozinhar, outras mal sabiam ferver a água. Algumas ricas, algumas pobres. Nada disso fez qualquer uma delas mais ou menos mulher, melhor ou pior.

O fiel da balança é sempre o amor, esse mistério que não cabe em planilhas.

As pessoas são fascinantes porque não cabem em caixinhas, porque recusam rótulos. A mulher dos meus sonhos é aquela por quem me apaixono. Simples assim.

Não entendo, portanto, o que significa “ser criada para ser o que um homem não quer”. Que homem é esse? Existem tantos tipos de homens quanto de mulheres. O fato de você ser gorda, magra, alta, baixa, carente, independente, vai afastar alguns, vai atrair outros. Fique com os que se atraem pelo que você é. Não tente mudar ninguém.

Outro dia registrei alguns conselhos para a minha filha de 10 anos. Todos diziam respeito à generosidade, ao afeto, à compaixão. Isso é o que importa. Conquistar o mundo querem os vilões de Hollywood. Não há a menor relevância nisso. O importante é ser feliz.

No mais, quero que ela faça as suas próprias escolhas, sem culpar a sociedade ou a criação que lhe dei, e se responsabilize por elas. Dona de casa ou física nuclear. Casada ou solteira. Hétero, homo, bissexual ou nada disso. Ninguém dirá a ela como agir, e, se o fizerem, ela será responsável por acatar ou não – como suportar um emprego tedioso para ganhar dinheiro. Ou jogar tudo pro alto.

É importante que ela saiba tanto estabelecer regras como buscar consensos. Que não seja despótica, mas solidária. Nesses dias, um certo pai fez sucesso na internet ao usar uma camiseta com os dizeres: “regras para namorar a minha filha: 1 – eu não faço as regras; 2 – você não faz as regras; 3 – ela faz as regras; 4 – corpo dela, regras dela”. Sobre o próprio corpo cada um estipula as próprias regras, isso é indiscutível. Mas, no namoro, ela também não deveria estipular as regras. Ou há um consenso no casal ou não há nada. A vida afetiva não pode ser regulada nesses termos.   

Por fim, não há sentido em “correr atrás” de ninguém, homem ou mulher. A posição pela qual devemos batalhar é de igualdade. Chega de dominantes e dominados, de gente correndo atrás de gente. Homens versus mulheres versus homens? Vivemos tempo demais sob paradigmas bélicos.

Correr atrás, só do grande amor. E então: sintonizar os passos.

Pois somos todos iguais, mas somos todos singulares.

Nossos desejos são tão diversificados quanto nossos números.

Que cada um de nós possa, então, encontrar quem nos ame como somos.

Sem etiquetas.
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E sem retoques!!! ;-)

http://blogs.estadao.com.br/renato-essenfelder/2014/06/23/culpa-das-estrelas/

beijos e uma ótima semana!

Christy

 

Dicas que Amamos – Unhas Postiças?

Último post deste ano… :)

Nunca fui fã de unhas postiças. Sempre as achei por demais artificiais, fora o mal que supunha fazerem às unhas, devido a cola para fixa-las. Nada que uns dias na Europa, sem manicure a preço razoável não façam reconsiderar. Depois de 10 dias fora do Brasil no inverno Europeu minhas unhas estavam horríveis, mas tinha reuniões e uma festa para ir. Vamos às unhas postiças!!!

Primeiro tentei o tipo mais comum: aquele que vem com um tubinho de cola e as unhas soltinhas num potinho. A cola do potinho cheira como SuperBonder e cola como tal.  Colei a primeira unha. Senti a cola grudando a unha postiça na minha própria unha, mas também a pele entre minha unha e o dedo, entre a unha postiça e a cutícula. E senti tudo duro… argh, que desconforto! Mas vamos lá, devo acostumar a isso. Colei mais outras duas unhas. Parei. Fiquei um tempão sentada, olhando para aquelas unhas, sentindo aquela sensação nova e esquisita. Resolvi corta-las um pouco – estavam compridas demais pro meu gosto. Mesmo assim não gostei. Depois de meia hora com elas, corri pro banheiro, liguei a torneira na água quente e deixei os dedos ‘de molho’ o máximo que aguentei. Era essa a instrução para remover as unhas postiças. Depois de uns 5 minutos na água e um tal de aperta e empurra, começaram a soltar. Foram uns 15 minutos para tira-las sem arrancar a unha debaixo. E as unhas debaixo ficaram com ‘restos’ de cola que só saíram lixando.

Não acreditei que pudesse ser tão difícil, desconfortável e chatinho usar unhas postiças. Procurei por outro tipo, talvez uma que tivesse algo para fixar menos agressivo que aquela que tinha comprado. Encontrei uma da L´Oreal, com adesivos no lugar da cola. Boralá experimentar!

Olha, foi uma experiencia completamente diferente da anterior – positivamente falando!!! As unhas vêm presas e numeradas. São 12 tamanhos diferentes para cada mão. A embalagem traz também uma tabela com adesivos correspondentes aos tamanhos das unhas. Os adesivos são dupla face e têm uma capinha pra você primeiro colocar na sua unha e depois remove-lo e colar a unha postiça. Dei só uma empurradinha na cutícula e tentei colar as unhas posticas o mais rente possível.

mao com unhas postiças pacote unhas postiçasadesivos unhas postiças

A foto da minha mão tirei no terceiro dia, já no aeroporto voltando pra casa. Elas duram ‘até 5 dias’. Três caíram no final do segundo dia, quando as substituí pelas sobressalentes da embalagem. No final, duraram os 5 dias bastante bem – considerando fazer e desfazer malas, puxa-las, voos, conexões e tudo mais.  Recomendo!!!

Não sei se no Brasil há unhas postiças com esse tipo de adesivo, mas super aprovei! Fica a dica, tanto pra quem for para a Europa, quanto para o caso de encontrarem no Brasil!

Uma óootima virada de ano, um 2014 cheio de boas energias, felicidade, saúde e realizações!

Beijo e até 2014!

Dicas que Amamos – Livros e Revistas

Ola!

Sumi né?! Reforma da casa e mudança não são moleza! Mas tudo deu certo – com váaarios meses de atraso, é verdade… Dizem que reforma não termina, reforma é abandonada. E é isso mesmo. Abandonamos, chega! Rsrsrs… E agora estamos morando numa casinha, experiência totalmente nova para mim, pois sempre morei em apartamentos.

Sem closet comprado, estamos ocupando todos os armários que já existiam na casa quando compramos – faltou lugar pra guardar algumas coisas, como livros e revistas. Daí veio a idéia de deixa-los empilhados no chão, bem à vista mesmo, como parte da decoração. Não é que ficou bonito? Essa é a Dica que Amamos que vim postar hoje, olhem as fotinhos!

livros quarto revistas no chao

Beijos e até mais!

Christy

Receitas Simples e Gostosas – Macarrão de Panela de Pressão

Aprendi essa receita há MUITOS anos atrás – mais de 15!!! ai que dureza!!! – no interior de São Paulo: macarrão feito em panela de pressão.

Não se preocupe, apesar de muitas pessoas acharem assustador fazer macarrão na pressão, dá super certo! Além disso é uma receita ótima para ‘visitas surpresa’: em geral temos todos os ingredientes em casa (veja a lista de substituições sugeridas), é prática, é rápida, suja pouquíssima louça e fica muito gostosa!

macarrão na panela de pressão

 

INGREDIENTES:

  • 500 g de macarrão parafuso ou pene – comum ou integral (crú, sem cozinhar antes)
  • 1 lata de molho de tomate
  • 1 lata de creme de leite
  • 2 cubos de caldo de galinha picados
  • 2 colheres (sopa) de margarina ou manteiga com sal
  • 350 g de presunto cortado em quadradinhos
  • 200 g de queijo coalho cortado em quadradinhos
  • 100g de queijo parmesão ralado (para inserir na panela)
  • 100g de queiro parmesão ralado (para cobrir na hora de servir)

RENDIMENTO: 6 porções bem servidas

MODO DE PREPARO

  1. Na panela de pressão coloque o macarrão, o molho de tomate, o caldo de galinha, a margarina/manteiga e o sal.
  2. Coloque água até quase cobrir (cuidado, coloque o mínimo de água para cobrir, não ultrapasse, senão fica muito aguado) e misture bem todos os ingredientes.
  3. Leve ao fogo alto e quando a panela pegar a pressão, conte 3/4 minutos. Se o macarrão for integral, conte 5/6 minutos. Não deixe ultrapassar esse tempo, senão empapa!
  4. Deixe sair a pressão e abra a panela. Se estiver muito aguado, retire o excesso até ficar a quantidade de líquido conforme sua preferência.
  5. Adicione o presunto, o creme de leite e por último o queijo coalho e o parmesão, misture, ligue novamente o fogo, deixe aquecer bem e sirva em seguida, cobrindo com o restante do parmesão.

***Brinque com a receita, modifique a seu gosto: acrescente milho verde, azeitonas, ervilhas ou champignon; troque o presunto por frango desfiado, peito de peru, carne moída, atum em lata ou bacon; troque o queijo coalho por muçarela (ciente que ela derrete completamente e o molho ficará mais cremoso); etc.

Faça as substituições ou inclusões conforme suas preferências, sem medo!

Bom apetite!!!

beijos e até mais!